domingo, 22 de julho de 2018

Indo mais longe na nossa genealogia...Família PINHEIRO

Manuel ALVARES LAMIN e Rosa PINHEIRO provavelmente casaram-se em Paranaguá/PR (na época pertencente a São Paulo) por volta de 1765. Tiveram ao menos um filho que foi batizado como Antonio ALVARES PINHEIRO.

Antonio casou-se com Januária Francisca, filha de Francisco MACHADO e Maria MARTINS, em 08 de janeiro de 1790 em Laguna/SC. (cfe. foto)

Antonio e Januária tiveram cerca de 8 filhos, entre eles José ALVARES PINHEIRO.

Antonio Alves Pinheiro faleceu em Laguna,SC, em 08 de julho de 1825, com 36 anos.

José Alvares (Alves) Pinheiro nasceu por volta de 1791 e casou-se em 02 de agosto de 1811, na Matriz de Laguna, Santa Catarina, com Joaquina Rosa, filha de Manoel IGNACIO e Francisca (natural de Florianópolis).  O casal José e Joaquina tiveram pelo menos 5 filhos: Manoel, Henrique, Anna, Silverio e Leonor.

Manoel ALVARES PINHEIRO nasceu em 27 de agosto de 1812 em Laguna/SC.
Casou-se em 23 de outubro de 1831, na Igreja Santo Antônio dos Anjos, em Laguna, com Joaquina Maria de MACENA, filha de Joaquim PIRES RIBEIRO e Anna DE MACENA . Eles tiveram pelo menos três filhos: Maria, João e Henrique.

Henrique ALVES PINHEIRO nasceu em 25 de novembro de 1833 e foi batizado na Igreja matriz de Laguna/SC, em 02 de fevereiro de 1834. No seu registro de batismo consta como avós paternos: Manoel ALVES PINHEIRO e Joaquina Rosa DE JEZUS e avós maternos: Joaquim PIRES RIBEIRO e Anna Rosa de MACEDO.


Em 05 de fevereiro de 1851, em Tubarão, SC, Henriques Joze Pinheiro, filho de Manoel PINHEIRO e Joaquina FERNANDEZ,  casou-se com Polucenia Maria da Conceição, filha de Luiz Caetano BARBOZA e de Maria Polucenia.

Henrique e Polucena tiveram ao menos 5 filhos: Florisbela, Maria, Márcia, Cândida e Antônio.

Maria casou-se com João José MORAES (filho de José Joaquim de Souza e Leopoldina Angelita de Jesus) com quem teve as filhas Maria e Olávia.

Cândida casou-se com Generoso BRIGIDO (filho de Manoel João Brigido e Maria Cândida de Jesus), com quem teve o filho Antônio

Olávia e Antônio casaram-se e sua história continua no post PINHEIRO - MORAES.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Indo mais longe na nossa genealogia...Família WERNER

Christoph WERNER nasceu em Berthelsdorf, Sachsen, Alemanha em 30 abril de 1660 e faleceu em 07 março de 1717 no Ducado de Württemberg. Era filho de Baltzer WERNER e Sybille ROTTELT. Casou-se com Katharina SCHWILCK, nascida em 25 fevereiro 1657 - Stetten, Wurttemberg e morta em 10 março de 1730 em Beutelsbach, Wurttemberg,  filha de Hans SCHWILCK e de Anna AILIN

Christoph e Catharina tiveram vários filhos, entre eles Johann Stephan.


Escudo Armas - Baden-Württemberg

Johann Stephan WERNER nasceu em 26 dezembro de 1686 em Beutelsbach, Ducado de Württemberg e faleceu em 20 abril de 1750 em sua cidade de origem. 


Casou-se com Maria Magdalena VOLLMER, filha de Johannes VOLLMER (VOLMAR) e Anna Maria FRANCKH, em 27 novembro de 1709, na Igreja Evangélica de Beutelsbach - Wurttemberg, e com ela teve 14 filhos. 

Um de seus filhos, Johannes WERNER (21/06/1728), casou-se em 26 outubro de 1745, em Kaifenheim - Rheinland - Alemanha, com Elisabetha BERMEL. Tiveram, a saber, 4 filhos, entre eles Peter Jacob.




Peter Jacob WERNER casou-se, em 18 fevereiro de 1783, em Kaifenheim - Alemanha, com Margretha (Margaretha) JUNG, filha de Philipp JUNG e Margretha HENTZ. Tiveram 6 filhos, entre eles, Johann Peter Werner.

A história de Johann Peter Werner continua no post: WERNER - PALM  - WESTHARPS - PIETSCH

sábado, 23 de janeiro de 2016

MINHA ÁRVORE GENEALÓGICA

Sempre me questionei quem foram as pessoas que viveram em tempos passados para que eu pudesse estar aqui hoje. Qual era a minha origem? De onde vim e para aonde eu vou? 
A primeira resposta já foi dada através desta pesquisa genealógica e a segunda vai depender das minhas atitudes e decisões. Porém, o fato de ter o exemplo das gerações passadas já ajuda muito. Afinal, toda vez que me sinto desanimada lembro dos meus antepassados que fizeram viagens em condições precárias, enfrentaram a mata fechada e seus animais para construírem suas casas e que nunca desanimaram perante as dificuldades. Lembro de meus avós que deram exemplos de trabalho, fé e honestidade. Observo minha mãe e admiro sua força e determinação para criar eu e minhas três irmãs; recordo de meu pai, da sua inteligência e da perseverança em seguir sempre o caminho do bem e nos proporcionar uma boa educação. E são deles, meus antecedentes, que busco os alicerces para enfrentar a minha caminhada e realizar os meus sonhos.
Compartilho aqui a história do meu pai, avós, bisavós, trisavós, tataravós e em alguns casos até pentavós. 
A história de minha mãe, minha e de meus descendentes ainda está em fase de criação, burilando, tentando melhorar a cada dia. 


Marina Guadalupe Beims, nascida em Florianópolis/SC no dia 28 de setembro de 1969, filha de Sérgio Rogério Beims e de Marina (Pinheiro) Beims.



Qualquer informação ou correção de dados será bem vinda, basta entrar em contato, deixando uma mensagem ou enviando um e-mail para : mgbeims@gmail.com.



BEIMS - SEELIGER - PHILIPPS - TIEZ

Em 1786 nascia na cidade de Helmstedt, Alemanha, o jovem Johann Christophs Matthias SEELIGER. De respeitável família burguesa, negociadores de vinho e fabricantes de cerveja e aguardante, Johann casou-se em ano anterior a 1807 com uma bela jovem e com ela teve pelo menos dois filhos: Wilhelm Friedrich e Johanne Dorothea Amalie Antoniette.

Johanne, nascida em 21 de dezembro de 1807, em Helmstedt, na Baixa Saxônia, Alemanha, conheceu August Louis BEIMS, professor de música na Universidade de Helmstedt e com ele se casou em 01 de novembro de 1835.

August e Johanne tiveram seis filhos, porém três faleceram ainda menores.  Os três filhos que sobreviveram chamavam-se Georgine (1838 - casada com Victor Von Gilsa), Alfred (20 de maio de 1841) e  Theodor (1846).

Johanne faleceu em 10 mar 1856 em sua cidade natal e August, anos depois da morte da esposa, deixou sua família e tomou rumo ignorado. Suponha-se que tenha vindo para o Brasil em busca de seus filhos. 

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Em 21 de junho de 1860, com então 19 anos, Alfred BEIMS juntamente com seu irmão Theodor (14 anos) embarcam a bordo do veleiro Franklin, no porto de Hamburgo, em 3ª classe, com destino ao Brasil. Chegam em 14 de setembro de 1860.
Seus nomes, assim como o sobrenome BEIMS, não constam na relação de entrada de imigrantes do Dr. Blumenau pois eles não chegaram pelo caminho usual que dava-se através da subida do rio Itajaí-Açu, mas vieram através da estrada de Brusque em companhia de seu parente Friedrich Wilhelm Seeliger que retornava de uma viagem à Alemanha. 
De profissão segeiro (fabricante de carruagens), Alfred exercia, em Blumenau, a profissão de marceneiro. 
Em 1865, compra um terreno situado na rua principal, entre Blumenau e Altona, e constrói uma casa onde irá morar com sua esposa, a jovem Eva PHILIPPS.

Eva PHILIPPS, nasceu no dia 02 de fevereiro de 1847, em Bauler, Bitburg-Prüm, Alemanha. Embarca com sua família para o Brasil em 26 de junho de 1862. Seus pais, Johann PHILIPPS e Maria Madgdalena TIEZ, naturais de Bauler, eram camponeses humildes e tinham esperanças de dar uma vida melhor as seus filhos nas novas terras.


Alfred BEIMS e Eva PHILIPPS  se casam no dia 19 de outubro de 1866, tendo como testemunhas Theodor Schröeder e Oswald Zwicker. 


O casal teve sete filhos: Hedwig Gestrudes Paula (03/03/1867), George Johann Emil (11/04/1868 - casado com Anna Caroline Christine Holtgebaum), Olga (25/12/1870), Viktor Heinrich Richard (03/03/1872 - casado com Bertha Juliane Johanna Kochy), Ida Maria Anna (28/08/1873 - casada com Eugen A. Fouquet), Alfred Carl (03/07/1875 - casado com  Elisabeth Deggau), Adolf Franz Gotthelf (13/11/1878 - casado com Hedwig Muller), Max Wilhelm Carl (13/12/1880 - casado com Elisabeth Werner) e Paul Wilhelm Hermann (14/09/1884 - casado com Auguste Karsten).


Em 1872, Alfred comprou ações a 500 réis para ajudar na ampliação do prédio da Sociedade de Atiradores e Grupo Teatral. Mais tarde, o Grupo Teatral se separou da Sociedade, mas durante o período de 1860 a 1855, Alfred fazia parte do corpo cênico amador do teatro Frohsinn.

No ano de 1889, Alfred pertencia a comissão que tratava dos trabalhos preparatórios para a construção do novo Schützenhaus (clube de atiradores) de Blumenau. 
  
Alfred faleceu em 27 de dezembro de 1916 e Eva, em 13 de agosto de 1920, ambos em Blumenau/SC.

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 A história de Max Wilhelm Carl BEIMS segue na postagem intitulada BEIMS - WERNER.